
A Controladoria-Geral do Estado (CGE) realizou, nessa sexta-feira (19), o terceiro encontro com os Auditores Setoriais e Seccionais, Integrantes e Vinculados ao Sistema de Controle Interno. O objetivo do evento foi o de apresentar o balanço dos trabalhos prestados pelos órgãos de controle interno e externo da administração estadual, que visam às atividades de auditoria, correição e transparência da gestão pública.
Órgão central para o apoio dos trabalhos técnicos prestados pelos auditores, a CGE ofereceu durante o ano de 2011 o suporte necessário para realização de suas funções. Satisfeito com os resultados apresentados, o Controlador-Geral do Estado, Moacyr Lobato, destacou a importância de toda a equipe que compõe a CGE. “Esse é um grupo extraordinário, de colegas competentes, cuja essência de conhecimento é a prova cabal de como se faz bem feito. Corresponde exatamente aos dados expressivos que traduzem pela meta de competência e incorporada ao conteúdo valores humanos”, ressalta.
Moacyr Lobato destaca o papel da CGE frente o governo do Estado, ao enfatizar que “Nós nos orgulhamos de pertencer à equipe deste governo” e que o respaldo é traduzido mediante a importância que a equipe governamental dedica à Controladoria destaca.
Para o Controlador-Adjunto, Juliano Fisicaro Borges, o trabalho prestado pela CGE foi relevante para que as atividades dos auditores se tornem cada vez mais eficientes. “Este trabalho é de extrema importância para que a gente possa avançar nos processos da controladoria, da correição, da auditoria e sob a ótica da transparência”, completou.
Os subcontroladores de Correição Administrativa, Robson Lucas da Silva, de Auditoria e Gestão, Eduardo Fagundes Fernandino e da Informação Institucional e da Transparência, Margareth Suzana Travessoni Gomes também apresentaram um breve balanço das atividades de suas respectivas áreas para os servidores que estavam presentes no auditório do prédio JK, na cidade administrativa.
Moacyr Lobato ressaltou o que foi classificado como “As quatro dimensões que dão sentido ao exercício das atividades da controladoria-Geral do estado de Minas Gerais”: a dimensão técnica, a dimensão política, a dimensão material e a dimensão remuneratória.
A dimensão técnica, que se traduz no grupo extraordinário de experts, colegas competentes, cuja essência de conhecimento é a prova cabal de como se faz bem feito.
A dimensão política, no sentido da sempre presente participação do grupo da CGE nos trabalhos da equipe deste governo.
A dimensão material, relacionada à amplitude da atuação da CGE, seja no acompanhamento do cumprimento das metas de governo e na superação das dificuldades a elas inerentes, como no fortalecimento da articulação realizada junto ao TCE, no sentido de viabilizar a adequada interpretação da atuação do Poder Executivo quando da prestação de contas, entre outras atividades importantes.
A dimensão remuneratória, retratada na esperada eficiência da administração pública que é reflexo do aparelho de Estado, cujos atributos deverão se revelar aptos a gerar mais benefícios, na forma de prestação de serviços qualificados à sociedade, com os recursos disponíveis, em respeito ao cidadão contribuinte.
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